quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Freixo de Espada à Cinta oferece-lhe Sopas e Merendas

Imagem acessível em: http://www.cm-freixoespadacinta.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=306&Itemid=134

A Vª edição da Festa da Sopas e Merendas vai marcar presença no espaço multiusos de Freixo de Espada à Cinta, de 2 a 4 de Dezembro.

Este ano, e pela primeira vez, a festa das sopas e merendas conta com a iniciativa “Freixo sem IVA”, uma medida que tem como objectivo, combater a crise e atrair mais pessoas ao certame gastronómico.

“Freixo sem IVA” permite a todas as pessoas que se deslocarem ao espaço onde decorre a festa, ou aos restaurantes aderentes, ter um desconto igual ao valor do IVA em vigor nos produtos que consumirem e adquirirem.

No recinto do espaço multiusos, os visitantes terão à sua disposição três restaurantes tradicionais e cerca de 15 expositores que vendem as iguarias tradicionais da região, como o vinho, doces, mel, enchidos, azeitona e o azeite.

Pratos como: sopas de tomate, espargo, alho, ou batata, tortas, carne de vitela grelhada, a tradicional doçaria à base de amêndoa, e o bom vinho da região, o Montes Ermos, são os reis deste evento gastronómico.

A Festa das Sopas e Merendas integra no seu programa durante dois dias, uma prova todo-terreno, “montes ermos TT”, dando assim a conhecer a beleza do concelho aos amantes deste desporto.

A animação não vai faltar, ficando a cargo de grupos regionais.
A organização do evento e da iniciativa “Freixo sem IVA” é da responsabilidade da Câmara Municipal de Freixo de Espada à Cinta e do Douro Superior – associação de desenvolvimento.
Visite, descubra e apaixone-se!



Imagem acessível em: http://www.cm-freixoespadacinta.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=306&Itemid=134



Notícia por Tiago Rentes. R2


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

“Do que depende o teu futuro?”,


       No passado dia 11 de Novembro, a Escola Superior de Educação de Coimbra, recebeu Miguel Gonçalves,  Idea Starter da Spark Agency, para uma palestra sobre futuro, motivação e "bater punho", intitulada “De que depende o teu futuro?”, por volta das 10h30, no auditório da Escola, no âmbito do curso de Turismo. 
          Miguel Gonçalves falou das empresas e do quão importante é ter a postura certa. As empresas, segundo o psicólogo atípico, não vendem trabalho, mas sim compram-no; um indivíduo deve desenvolver uma ideia com uma proposta de valor, através dos seguintes passos: “estar no terreno, desenvolver a ideia, pô-la em palavras, em acções e bater à porta dos empresários”.
        O empresário assume que um contacto de minutos “pode mudar a vida da pessoa”. Ao contrário do que muitos dos cidadãos que se inserem no mercado de trabalho pensam “as empresas são sensíveis aos negócios e não às licenciaturas”, ou seja, tem muito mais valor uma pessoa que chega  à empresa e mostra o projecto e soluções para o resolverem caso corra mal, do que aparecer lá dizendo "sou licenciado em marketing".
        No decorrer da conferência afirmou que para tudo isto é necessário que uma pessoa tenha a postura correcta e mostre determinação e confiança, isto é, um ser Humano tem que ir para lá do comum: começando pelos e-mails, já que "mais depressa dou valor a alguém que me bata à porta, do que a alguém que me apresente um produto por e-mail. Muitas vezes, não os leio ou parecem-me desinteressantes”, afirmou. Um empresário dá crédito a quem aparece, a quem tem noção de que o produto está visível é o que vende e a quem sabe o que fazer para acrescentar algo novo e de valor ao mercado.
Para concluir, sintetiza com as seguintes palavras “o teu trabalho é o teu produto. É preciso desenvolver ao pormenor, a bater punho... a beter punho, meus amigos”.
           
           Soraia Tomaz,
2010090

domingo, 27 de novembro de 2011

Tema: Arte

A Arte do (foto) Jornalismo


A Câmara Municipal da Maia (CMM) está a acolher, entre os dias 18 de Novembro e 13 de Dezembro, pelo décimo ano, a World Press Photo(WPP) 2011. A mais importante exposição de fotojornalismo a nível mundial, apresenta como vencedor desta edição a fotógrafa Jodi Bieber, com uma fotografia que retrata uma jovem desfigurada como punição por ter fugido de casa do marido, no Afeganistão.

Cartaz Oficial da exposição World Press Photo na Maia


 Muitas são as pessoas que se deslocam anualmente ao Fórum da Maia para verem a exposição

Fotografia de Jodi Bieber. Vencedora do World Press Photo 2011.


Para os amantes da fotografia, do jornalismo e da arte em geral, a World Press Photo impressiona todos os anos com as suas fotografias que chocam o mundo. Muitos são os fotógrafos que concorrem com um elevado leque de fotos às mais diversas categorias como arte e entretenimento, retratos, questões contemporâneas, desporto, natureza, notícias gerais, pessoas nas notícias, temas contemporâneos e notícias em destaque.

1º Prémio Retratos

1º Prémio Temas Contemporâneos

1º Prémio Notícias Gerais

1º Prémio Notícias em Destaque

1º Prémio Pessoas nas Notícias

1º Prémio Natureza

1º Prémio Vida Quotidiana

1º Prémio Artes e Entretenimento

1º Prémio Desporto


A World Press Photo é uma organização independente, sem fins lucrativos, fundada em 1955 em Amesterdão. Anualmente, realiza a maior e mais prestigiada distinção de fotojornalismo do mundo, sendo bastante reconhecida por isso. Após a revelação dos prémios atribuídos, os retratos vencedores são reunidos numa exposição itinerante que corre 40 países, sendo visitada por milhões de pessoas. A Maia é apenas uma cidade entre muitas outras que recebe esta prestigiada exposição.









Um dos objectivos da WPP é apoiar e promover altos padrões de fotojornalismo e fotografia documental e, ao mesmo tempo, esforçar-se por gerar um amplo interesse público e apreço pelo trabalho dos fotógrafos, que, a muito custo, contribuem para a livre circulação de informações.


Por: Isabel Oliveira - Redacção 1

"O menino que sonhava salvar o mundo" ganhou vida

Capa do livro 

A escrita e a ilustração uniram-se para dar vida a um menino que com a sua imaginação pensava conseguir salvar o mundo. Filipe L. S. Monteiro e Ana Beatriz Manques lançaram “O menino que sonhava salvar o mundo”, no dia 19 de Novembro, em Aveiro.

Por Maria Inês Antunes, R2

O “nascimento” do menino.
Filipe L. S. Monteiro, licenciado em Química Analítica na Universidade de Aveiro e ilisionista com espectáculos pelo país queria escrever uma história infantil e Ana Beatriz Marques, estudante do segundo ano do curso de Arte e Design da Escola Superior de Educação de Coimbra pretende seguir a carreira profissional na área da ilustração. Não foi preciso mais que uma conversa e partilha de interesses para que o projecto ganhasse vida. “O menino que sonhava salvar o mundo” nasceu com uma casa, uma terra natal, amigos, uma escola e muita imaginação. Para além de toda a sua história, o menino também ganhou forma e cor.
“O Menino que sonhava salvar o mundo” é um livro infantil cujo tema principal é a imaginação das crianças e o seguimento dos seus sonhos, ensinando uma forma diferente de ver o mundo e preservar as coisas simples de uma forma criativa. Segundo o autor, o livro pretende transmitir às crianças que devem continuar a usar a imaginação e a criar as suas próprias brincadeiras num mundo em que todos os brinquedos são colocados ao dispor com uma história já imaginada.
Muitos foram os meses de trabalho e de dedicação para que o projecto fosse editado até que o esforço foi reconhecido e a Editora Chiado a publicou o livro infantil. A cerimónia de lançamento do livro de Filipe Monteiro e Ana Beatriz Marques realizou-se no dia 19 de Novembro no Hotel Moliceiro, em Aveiro.
Convite e programação da cerimónia de lançamento
Uma cerimória com ambiente acolhedor e familiar.
A cerimónia com início programado para as 16 horas começou trinta e cinco minutos depois devido a uma primeira sessão de autógrafos enquanto se esperavam todos os convidados. Todas as expectativas foram superadas quando às trinta pessoas previstas na sala de conferências se juntaram mais de cem, lotando completamente a sala e todos os lugares disponíveis. Cristina Durães, administradora e directora do hotel, abre a sessão com algumas palavras de agrado e contentamento pelo local escolhido para o lançamento do livro e palavras de orgulho pelo autor do livro, seu amigo. Seguidamente foram apresentadas as pessoas responsáveis pelo lançamento.
Seguido das palmas, todos ouviram a apresentação o conto em forma de dramatização por um actor convidado. E criando expectativas no púbico, o discurso começou com “quando um livro começa por era uma vez, é um sucesso garantido”. Crianças e adultos ouviam entusiasmados e iam soando algumas gargalhadas. A história contada na primeira pessoa de um menino que com a sua imaginação criava o seu próprio reino encantava a todos. A encenação chegou ao fim com uma mensagem de que todas as pessoas têm a sua capa de rei para salvar o mundo. “Uma capa metafórica, mas que todos devem levar consigo”, termina o actor. 
O ambiente encantado continuou no momento de magia que se seguiu. Jorge Fernando Coimbra e David Sousa fascinaram os que os viam com os seus truques de magia com cartas, moedas, bolas de pêlo que se transformavam em salsichas de pêlo ou lenços queimados que se tornavam novos num piscar de olhos. As crianças estavam fascinadas e os mágicos não hesitaram em pedir a sua colaboração nos truques de magia. O mágico David Sousa completou o espectáculo dizendo que “com a imaginação se podem fazer muitas coisas”, relembrando mais uma vez o tema do livro infantil.


Momento de dramatização e magia

Mais um momento de palmas deu início ao discurso de Luís Pires, representante da Editora Chiado. O agrado pela sala cheia fez ouvir-se mais uma vez. Em muitas palavras, Luís Pires compara a Editora Chiado a crianças em fase de crescimento e em evolução. Foram desejados votos de sorte futura ao autor e à ilustradora e dados os parabéns pelo lançamento d’“O menino que sonhava salvar o mundo”. A palavra é dada a Carlos Costa, professor da Universidade de Aveiro, que começa por congratular Filipe Monteiro e Ana Marques pelo seu trabalho, pois “é um livro muito bonito, vale a pena ser lido por adultos e crianças que se vão deliciar com certeza e as crianças vão pôr o imaginário a funcionar”, como afirma. Carlos Costa introduz uma intelectualização do acto de imaginar, fazendo uma comparação aos manuais utilizados no ensino superior e afirmando que a palavra-chave para o sucesso e progresso é a imaginação. O ambiente vivido na sala transparecia um ambiente informal onde se juntavam amigos e apoiantes de toda a equipa que concretizou o livro.
Seguiu-se um momento de leitura de Lindalva Abreu, amiga do autor, que proporcionou a todos os que a ouviam um texto poético sobre o orgulho que sente no primeiro livro publicado de Luís Monteiroe sobre todos os sentimentos e o despertar da criança que há em si que sentiu ao ler o livro. Foi um dos momentos mais comoventes que terminou com um abraço entre amigos e aplausos do público.
Discurso de Carlos Costa e Lindalva Abreu

O orgulho no primeiro livro era impossível de esconder.
Reservado para o final da cerimónia estava o discurso do autor e da ilustradora. Filipe Monteiro começou por referir que o menino do livro não era mais que ele próprio. O autor explicou que o seu livro se refere ao acto de brincar com imaginação e de criar histórias. Salientou que a imaginação das crianças é parte fulcral no desenvolvimento e que sem ela não há criação.  Ana Beatriz acrescenta apenas a felicidade de poder ilustrar o seu primeiro livro, referindo o seu sonho por enveredar pela carreira na arte de ilustrar. Ambos concluem o discurso com agradecimentos a toda a equipa e a todos os presentes na cerimónia. Os últimos aplausos dão seguimento a mais uma hora e meia de autógrafos enquanto pessoas conversavam, comendo ovos moles e bebendo espumante.

Sessão de autógrafos de Filipe Monteiro e Ana Beatriz.

A cerimónia terminou com toda a gente satisfeita pela cerimónia que excedeu as expectavivas. As cerimónias de apresentação do livro vão continuar, estando já confirmadas as cerimónias de Belide e Penela. 
Luís Pires, Carlos Costa, Filipe Monteiro e Ana Beatriz Marques

Tema: Arte - "Inspiração de artista"

                                                                                                                          
       Inspiração. Essa palavra que tanto buscam os artistas, ansiosos por conseguirem alcançar a obra de arte perfeita. Uns usam a escrita, outros a pintura, outros a música...e todos eles têm valor. Com a sua arte conseguem ser comunicadores do mundo por transmitirem aos outros o que lhes vai na alma. A comunicação não é possuidora de uma única forma.
      A própria música é pura comunicação, arte, magia e inteligência. A pintura busca nas suas cores e formas a beleza de sentimentos e pensamentos. A escrita, essa não mente, e quem conseguir usar esta forma de comunicação pura de forma correcta, conseguirá comunicar com o mundo, mudando até mentalidades.
      Por vezes, grandes artistas desistem desse sonho: a arte! Por falta daquela mesma palavra que é tão nostálgica e que cada um a busca à sua maneira. A inspiração tanto poderá surgir subitamente, como poderá desaparecer se não estivermos atentos. No fundo, as nossas vivências são as nossas maiores inspirações. Inspiramo-nos com o que observamos e vivemos, embora nem sempre essa inspiração traga uma arte alegre.
       A maioria dos grandes artistas são ou foram pessoas com angústias muito profundas, adquiridas essencialmente durante a infância. É o caso da poetisa Florbela Espanca, Fernando Pessoa e de inúmeros músicos, que expuseram nos seus singles amarguras da vida e desejos que não chegaram sequer a concretizar-se. No entanto, foram esses artistas que marcaram memória nesta tão curta passagem que se chama vida e onde todos deverão dar tudo de si para que consigam expressar a sua própria forma de arte.
      Não importa as grandes angústias, pois essas são fundamentais para que a grande arte surja de forma espontânea. Cada um tem o seu valor, o seu talento. Muitos não o conseguem alcançar por insegurança ou mesmo por falta de tempo. Lutem pela vossa própria arte e sintam-se artistas a partir do momento em que consigam colocar no interior dos outros o que vive no vosso. Espalhem grãos de sentimentos e pensamentos pelo mundo...não deixem nada escondido, nada por dizer. Expressem a vossa arte e as vossas ambições. Lá dizia o actor e humorista António Feio nos seus últimos dias de vida “não deixem nada por fazer, nem nada por dizer”. Sejam comunicadores do mundo de uma forma ou de outra.
      Afinal, não são apenas os jornalistas que conseguem ter esse poder de grandes "comunicadores do mundo". No entanto, o jornalismo é uma espécie de "arte" mais cuidada, com regras e deontologia próprias, onde o profissionalismo jamais se poderá conjugar com a via pessoal (embora nem sempre isso aconteça). Jornalistas são os comunicadores do mundo que estão no pedestal, pois conseguem transmitir à massa os factos como eles são. Não há cá subjectividades, nem lugar para equívocos (ou pelo menos na maioria das vezes). É pura transmissão de factos, mas ao mesmo tempo de valores e mentalidades.
     É importante um jornalista conseguir ser artista através da forma que mais lhe inspire. Senão fosse um artista, como conseguiria ser um comunicador da massa? O Jornalista usa a sua própria arte, como todos os outros artistas, só que transforma a sua arte, numa outra (ou pelo menos tenta): a arte da objectividade e da verdade (ou pelo menos a verdade vista com os seus óculos profissionais, impregnados de inúmeros critérios noticiáveis, segundo o autor Nelson Traquina).
       Por isso, caros futuros jornalistas, escritores, músicos, poetas, actores, pintores ou até mesmo fotógrafos, não desistam da vossa arte, da vossa forma de comunicação espontânea para o mundo. Não desistam daquilo que vos faz sentir vivos e que vos faz acreditar que vale a pena permanecer por muito tempo nesta estrada tão atribulada que é a vida.

       Caros artistas, vivam a vossa arte... Vivam o vosso maior sonho!

                                                                                              Ana Pombo, Redacção 2
                                                                                                                         

FADO: Património Imaterial da Humanidade




Um orgulho nacional: hoje, uma das maiores formas de arte de Portugal, foi considerado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO: o Fado.

O VI Comité Intergovernamental da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reuniu-se na ilha indonésia de Bali para declarar o Fado como vencedor deste ano.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

F.A.D.O.





Nasceu em Coimbra um novo espaço dedicado a essa espécie em extinção chamada: arte. F.A.D.O. de seu nome é uma galeria de arte mesmo por cima do bar Feito Conceito, nascida da vontade de Joana Seixas mentora do projecto.


F(eito) A(mor) D(esfeito) O(dio) abriu ao público no sábado passado dia 19 de Novembro. A galeria acolhe neste momento duas exposições, Joana Seixas intitulada “Quem morre de medo?” e António  João Silvestre  com “eferHumansect”.  Em declarações ao repórter Joana Seixas afirma “ sempre senti  necessidade de criar. Ao fazer esta exposição espero alertar ou pelo menos consciensalizar o público para a questão das minorias.” Questionada acerca da excisão feminina responde “ na minha opinião é uma prática completamente bárbara, além de ser um atentado à vida da mulher pois a maioria desses procedimentos são feitos sem o minímo de higiene, a mulher fica incapacitada a nível sexual para o resto da vida.” “Quem morre de medo?” caracteriza-se por ser uma exposiçao muito forte ao nível visual. Conta com uma sala negra remetendo o público para as obras que a artista deseja serem vistas. Os manequins ensaguentados são também parte do espectáculo destinado a chocar o espectador. Outra parte essencial tem a ver com as fotografias espalhadas pela galeria, recordando as várias vítimas da discriminação existente no mundo contra os homosexuais. Joana Seixas  iniciou-se nas  artes com o curso de Imagem Interactiva de seguida começou o curso de Comunicção Design e Multimédia na Escola Superior de Coim\1bra mas nunca o chegou a terminar. “ Na altura quando estudava  surgiu-me uma oportunidade de abrir um negócio e não hesitei. No entanto sempre tive o desejo de expor o meu trabalho e assim que a altura se propiciou, decidi fazê-la.”



Pedro Beja conta-nos uma história acerca de um povo muito especial chamado “eferHumansect” que vive “subjugado por um rei muito mau e sovina.”António João autor da exposição licenciou-se pelo Instituto Politécnico de Tomar. A ideia da exposição baseia-se na ideia do ser humano equiparado a um insecto. “Esta sociedade prepara-nos para sermos apenas mais uma formiga no imenso mundo à nossa volta, trabalhando sem parar, sem nos apercebermos  de que existe vida lá fora.” conta António João. Dispondo de duas salas, António uliliza uma das salas com um video projector  onde se observa um homem a bater com a cabeça repetidamente numa máquina fotocopiadora. Na outra sala com vários bonequinhos colados na parede dá a ilusão de um imenso formigueiro constítuido por humanos. O autor confidencia estar um pouco nervoso por esta ser a sua primeira exposição,  no entanto confia numa boa resposta do público.

José Tiago Silva Ferreira
Redacção 1

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Alguns encantos de Coimbra

Sónia de Almeida Valério,  R2



Coimbra é conhecida como Cidade dos estudantes onde as tunas cantam, e a Cidade trata de encantar aos que por cá passam levando Coimbra no coração...
Mais palavras para quê!!
O melhor é descobrir a verdadeira "magia" que é Coimbra. 



Igreja Santa Cruz na Praça 8 de Maio na Baixa de Coimbra
Zona alta de Coimbra vista de Santa Clara
Urso gigante do parque verde de Coimbra





domingo, 20 de novembro de 2011

''Um amor de perdição''


O Lago dos Cisnes considerado o mais popular e esplêndido dos bailados clássicos regressa novamente, numa digressão do norte a sul do país. 



Figura 1 - O Lago dos Cisnes 

Durante a época natalícia, a Classic Stage proporciona aos apaixonados do ballet e da música clássica, a grande obra-prima do ballet clássico O Lago dos Cisnes do compositor Pyotr Tchaikovsky e dos coreógrafos Marius Petipa e Lev Ivanov, interpretado pela Moscow Tchaikovsky Ballet. A ilustre companhia de ballet é representada por bailarinos de renome internacional oriundos de célebres teatros. O Lago dos Cisnes descreve uma história de amor, onde o príncipe sonha em encontrar a mulher perfeita, que é personificada na figura de um cisne branco. O bailado transmite uma atmosfera singular de romantismo e de criatividade artística.

A peça é dividida em dois actos, ou seja, quatro cenas e conta com a duração de 120 minutos. A sua digressão do norte a sul do país inicia-se a 26 de Novembro e finda a 25 de Dezembro.

Quem pretende assistir ao bailado, os preços da plateia variam entre os 18 e 30 euros.



Foto disponível em http://www.classicstage.pt/

Mais informações no site: http://www.classicstage.pt/

                                                                                                                       Mariana Gonçalves, R2


sábado, 19 de novembro de 2011

Arte em estado puro


Foto acessível em: http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-gravuras-rupestres-de-mazouco-15060

Arte rupestre, foi o termo escolhido para designar as antigas representações artísticas da época do paleolítico superior. Este tipo de arte pode estar representado nas paredes de cavernas ou pequenos abrigos, e ainda em terrenos rochosos e ao ar livre.


Em Portugal, esta arte marca presença em centenas de localidades.
A escassos quilómetros de Freixo de Espada à Cinta fica situada a aldeia de Mazouco, uma terra pequena com cerca de 200 habitantes, uma terra indissociável da arte rupestre, pela posse de uma gravura do paleolítico superior, que representa um cavalo de przewalski.

O cavalo de Mazouco, como é designado, já era conhecido há muitos anos pela população local, mas só em 1981 foi dado a conhecer ao mundo, ganhando o título de um dos mais importantes vestígios do paleolítico em Portugal e o primeiro exemplo de arte rupestre ao ar livre a ser identificado na Europa.

A gravura está inserida num painel de xisto, localizado na foz de uma ribeira que a poucos metros desagua no rio Douro, um local mágico onde os sons da natureza são reis.

A figura encontra-se parcialmente protegida por outras rochas, o que faz com que esta não esteja em contacto directo com as intempéries, e por isso, permanece num bom estado de conservação.

O cavalo de Mazouco é assim uma das mais belas imagens de arte rupestre em todo o mundo, e uma das maravilhas de um conselho com história.
Por Tiago Rentes - R.2

Maratona pelo universo da Sétima Arte



Gala de Abertura - Lisbon & Estoril Film Festival 2011
(Arquivo Site Oficial LEFF)
Celebrando a 5ª edição, o Lisbon & Estoril Film Festival alarga fronteiras, distribuindo filmes e eventos pelos dois espaços, Lisboa e Estoril, equitativamente.
por Paulo Bastos
Redacção 1


Chegou ao fim, no dia 13 de Novembro, a edição 2011 do festival de cinema, Lisbon & Estoril Film Festival (LEFF), dirigido por Paulo Branco. Este ano estende-se, pela primeira vez, a Lisboa, com o objectivo de alcançar mais público e projecção.
Começou oficialmente no dia 4 de Novembro, sexta-feira, no Centro de Congressos do Estoril, com a abertura de duas exposições, “Observations Of Life” e “Gaza 2010”, do reputado director de fotografia Peter Suschitzky e o fotógrafo vencedor do Prémio Carmignac Gestion de Fotojornalismo Kai Wiedenhöfer, respectivamente.
As antestreias nacionais de “Killer Joe”, de William Friedkin, e “Restless”, de Gus Van Sant, marcaram o primeiro dia do festival mas, outras preencheram os dias seguintes, como é o caso de “The Ides Of March”, de George Clooney, e “The Dangerous Method”, de David Cronenberg, este que marcou presença no festival.
Cerimónia de entrega de prémios,
Paulo Branco e Maria João Bastos
Ilustres figuras da Arte mundial fizeram parte do júri oficial da edição deste ano do LEFF, incluindo o Prémio Nobel da Literatura J.M. Coetzee, o artista plástico José Barrias, os escritores Don DeLillo, Siri Hustvedt e Paul Auster.
O júri atribuiu o Prémio de Melhor Filme à longa-metragem de Angelina Nikonova, “Twilight Portrait”.
Kate Winslet protagoniza a mini-série “Mildred Pierce”, exibida integralmente no Centro de Congressos do Estoril, série nomeada para mais de vinte prémios Emmy e o mais recente trabalho de Todd Haynes, director de “Far From Heaven” e “Velvet Goldmine”.
Marcaram presença célebres convidados, como os actores Paul Giamatti, Sarah Gadon (ambos parte do elenco do filme “Cosmopolis”, de David Cronenberg, apresentado no terceiro dia do LEFF) e Louis Garrel, o director de fotografia Christopher Doyle, os realizadores Leos Carax e Luc Dardenne, o supervisor musical Randall Poster, o cineasta francês Bertrand Bonello, que, no último dia do LEFF, exibiu o seu mais recente filme “L’Apollonide.

Dolce Vita de Coimbra espalha a sua magia



Já começou! A febre natalícia atingiu tudo e todos. Ainda estamos em Novembro e os desejos para este Natal já se fazem ouvir.
Os centros comerciais começam a espalhar o espírito natalício e as crianças fazem os seus inúmeros pedidos. Não é excepção o Dolce Vita de Coimbra.

Desde o dia 1 de Novembro que este se encontra iluminado e enfeitado de uma ponta à outra e espalha a magia do Natal por todos os clientes.
Grande parte das lojas já se encontram cheias de luzes e adereços natalícios, os clientes deixam-se envolver pelo ambiente festivo e dão início a mais uma jornada, a mais esperada do ano. As compras e os preparativos para o Natal.

Como as crianças são o centro desta festividade, o Dolce Vita não se esqueceu destas. Muito pelo contrário. No rés-do-chão do edifício montou-se uma pequena aldeia do Pai Natal. Esta teve direito a todos os privilégios, desde um boneco de neve, um escorrega, a cadeira do Pai Natal e uma grande árvore de natal de tirar o fôlego a qualquer pessoa.

A magia do Natal começa, rapidamente, a entranhar-se em nós.

Por Filipa Lopes e Elma Magaia, R1




sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Vento da Mudança



Energias renováveis. Temos a Energia hidráulica, a Biomassa, a Energia Solar, a Energia Geotérmica, a Energia Maremotriz, a Energia do Hidrogénio e a Energia Eólica.  E é deste último tipo de energia pelo qual Sever do Vouga é conhecida.

Vanessa Sofia. R2


É nesta vila, pertencente a Aveiro, na região do Baixo Vouga que é feita a torre eólica mais eficiente, não do país, mas do mundo. Baptizada de E82, esta torre possibilita a produção de mais 30% que as torres tradicionais.
De tempos em tempos, a vila presencia a algo que se assemelha a uma parada. Todos param para ver, quando nas estradas estreias desta pacata vila, passa peças prontas a montar, das torres eólicas. E não é um nem dois camiões a passar com direito a escolta policial. São vários.

Agora fabricam torres com uma potência de 2.4 a 2.6 megawatts, mais 0.4 a 0.6 megawatts que as tradicionais. Estes gigantes da energia eólica dizem que o segredo está na soldadura e na menor espessura da torre e que, apesar de uma maior necessidade de mão-de-obra, o material consegue ser económico. É um pouco mais cara que o habitual, mas compensa no final pela quantidade de energia de produz.

Nas mãos desta empresa encontra-se também outros dois grandes projectos:
- totalmente da autoria da ASM, têm a investigação na produção de biodiesel a partir de microalgas. Desenvolvido por quatro doutorados em engenharia mecânica, este projecto tem mais de um ano e já se encontra em fase terminal de laboratório;
- outro projecto que já deu muito que falar nos média, é a construção das primeiras torres eólicas flutuantes.

Em parceria com a empresa canadiana Principle Power, a A. Silva Matos, mais uma vez trata de passar para a prática, projectos que em teoria apenas existiam.
É um protótipo inovador que difere no facto de não se tratar de torres alicerçadas ao fundo do mar, como as já existentes, mas no facto de flutuarem e serem perfeitas para mares de grande profundidade.

Presentes em todo o mundo e com receitas na ordem de 50 milhões de euros, a empresa liderada por Adelino Silva Matos está também interessada na área de mini-hídricas, energia fotovoltaica e eólicas.

Empresas como estas são algo para admirar. São a prova viva de que com empenho e amor pelo trabalho, tudo se consegue e que de lugares pequenos como o desta vila, é capaz de sair algo tão inovador que prometem mudar o ambiente que nos rodeia e a nossa própria mentalidade para actos mais consciente com a natureza.




Imagens retiradas do site camping.net e allburrica.blogspot.com